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Em Viena da Áustria, alguns elementos da juventude muçulmana
Hizb ut-Tahrir (organização banida da Alemanha mas não na Áustria) juntaram-se à frente da embaixada da Síria para demonstrar apoio às revoltas árabes.
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O activista sírio Hisham El-Bala e o porta-voz de língua alemã do grupo, Shaker Assem, fizeram um discurso em que ambos elogiavam as revoltas árabes e à incitação da implementação do califado.
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Resta saber se é um califado no mundo árabe, coisa que faz sentido, ou um califado com alcance global, como dita a
Ummah (أمة). Porque é que os austríacos permitiram tal afronta no seu próprio país? Já se esqueceram da batalha de Viena? Não acordes que não é preciso, Europa!
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